Organizações Coletivistas de Trabalho: Autogestão nas unidades produtivas
A pesquisa que resultou neste trabalho constituiu-se em um estudo de três casos de organizações coletivistas de trabalho - formas diferenciadas de organização da produção, nas quais a coordenação das atividades produtivas é exercida pelos trabalhadores e o sentido constituinte das relações de produção deixa de ser a lógica de acumulação simples e ampliada, típica do modo de produção capitalista - e procurou analisar de que forma a ação empreendida pelos componentes destas organizações se relaciona com os princípios econômicos e político-sociais da autogestão ao nível das unidades produtivas.

A pesquisa que resultou neste trabalho constituiu-se em um estudo de três casos de organizações coletivistas de trabalho - formas diferenciadas de organização da produção, nas quais a coordenação das atividades produtivas é exercida pelos trabalhadores e o sentido constituinte das relações de produção deixa de ser a lógica de acumulação simples e ampliada, típica do modo de produção capitalista - e procurou analisar de que forma a ação empreendida pelos componentes destas organizações se relaciona com os princípios econômicos e político-sociais da autogestão ao nível das unidades produtivas.